26 de abr. de 2011

Hino Nacional Brasileiro

Um video cantado mostrando o povo brasileiro em sua mais pura realidade, é só clicar ni link e curtir esse simbolo nacional.

14 de abr. de 2011

Quantas horas de sono devemos dormir?

O sono é uma de nossas necessidades mais básicas e há um bom tempo que ele não deve ser visto como um estado de descanso do cérebro, já que durante o sono ele está “trabalhando” pra valer, especialmente para cristalizar o aprendizado do dia. Podemos até prescindir de algumas noites de sono sem grandes prejuízos à saúde. Já a privação crônica de sono pode trazer efeitos negativos não só sobre nossas capacidades cognitivas, mas também pode alterar funções metabólicas que podem aumentar o risco de doenças cardiovasculares. 

Muitas perguntas já foram formuladas sobre o sono: Porque precisamos dormir? Porque pode ser difícil dormir? Como o sono afeta nossos ganhos e nosso desempenho atlético? Mas uma pesquisa procurou a resposta para a pergunta mais importante de todas sobre o sono.

Em 2002 Daniel Kripke comparou as taxas de óbitos entre um milhão de adultos dos EUA que, como parte de um estudo sobre prevenção do câncer, reportaram sua média de sono durante a noite. Para muitos estes resultados foram surpreendentes, mas eles foram corroborados por estudos similares na Europa e na Ásia.


Qual a quantidade ideal de sono?

Estudos mostram que pessoas que dormem entre 6,5 e 7,5 horas por noite, como elas mesmas reportaram, vivem mais tempo. E as pessoas que dormem 8 horas ou mais, ou menos de 6,5 horas, não vivem tanto tempo quanto aquelas. Há tanto risco associado com o fato de dormir pouco quando ao fato de dormir muito. A grande surpresa está no fato de que os sonos mais longos começam com 8 horas e dormir 8,5 horas pode ser um pouco pior do que dormir apenas 5 horas.
O fato de dormir muito ou pouco está associado a muitas doenças (depressão, obesidade, etc.) e, conseqüentemente, com doenças cardíacas. Mas a quantidade ideal de sono muda para diferentes medidas de saúde. O pior está entre as 7 ou 8 horas, mas há desvantagens também com 6 e até 9 horas. Daniel pensa que para diabéticos é melhor dormir 7 horas. Mas estas medidas não estão tão claras quanto os dados de mortalidade.
Daniel disse que podemos especular sobre o porquê as pessoas que dormem entre 6,5 e 7,5 horas vivem mais tempo, mas nós temos que admitir que nós não entendemos muito bem as razões. Não sabemos ainda o que é causa e o que é efeito. Portanto não sabemos que uma pessoa que dorme pouco poderia viver mais ao estender o seu sono e não sabemos se alguém que dorme muito poderia viver mais ao colocar o despertador para tocar um pouco mais cedo. Esperamos organizar testes para estas questões.

Uma das razões pelas quais gosta de divulgar estes fatos, disse Daniel, é porque pensa que nós podemos prevenir muito a insônia e o sofrimento dizendo que não tem problema em dormir pouco. Nós sempre ouvimos que devemos dormir 8 horas, mas nunca houve evidência que apóie esta afirmação. 

 - Benefícios do Levedo de Cerveja
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Não consegue dormir? Largue a cama
Daniel também disse que um problema muito comum visto nas clínicas que lidam com o sono está ligado a pessoas que passam muito tempo na cama, resultando em que tenham dificuldade em cair no sono e acordando muito durante a noite. É estranho, mas grande parte do problema de insônia está ligado ao fato de se ficar deitado na cama acordado, se preocupando com isso.
Já houve muitos estudos controlados pelo mundo que mostram que um tratamento de insônia que envolva sair da cama quando você não está com sono e restringindo o seu tempo na cama, ajuda as pessoas a dormir melhor. Eles perdem o medo da cama. Eles superam a preocupação e ficam mais confiantes de que quando forem para a cama, irão dormir. Portanto passar menos tempo na cama os ajuda, em realidade, a dormir melhor. É um tratamento muito mais efetivo e de longo termo para a insônia do que soníferos. 

Reajuste do Bolsa Família começa a ser pago hoje

O benefício do Programa Bolsa Família com reajuste médio de 19,4% começa a ser pago nesta quinta-feira (14). Os valores variam de R$ 32 a R$ 242 mensais. O programa vai beneficiar famílias com renda de até R$ 140 por mês para cada integrante.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que coordena o programa, todas as famílias beneficiadas terão o crédito reajustado. A intenção do ministério é tornar o programa mais efetivo no combate à extrema pobreza.
A escala de pagamento será iniciada com os usuários que têm cartão terminado em 1 e encerrará dia 29, com os usuários cujo cartão termine em 0. O saque pode ser feito em toda a rede da Caixa Econômica Federal.
Para que a família possa receber o benefício é necessário manter o calendário de vacinas em dia, pelo menos até as crianças completarem 7 anos, fazer acompanhamento do crescimento infantil e vigilância nutricional, além de exames pré-natal. Também é preciso manter os filhos entre os 6 e os 17 anos na escola com percentuais mínimos de presença.
Outro cuidado necessário é manter o cadastro atualizado. A família que estiver com cadastro desatualizado há mais dois anos e não buscar atualização corre o risco de perder o benefício. As informações são da Agência Brasil.

31 de mar. de 2011

O PERFIL DA AGRICULTURA FAMILIAR BRASILEIRA

Ângela Esther Borges Fernandes* 

Resumo: 
No setor primário da economia de um país; a agricultura exerce grande importância como fonte geradora de alimentos, emprego e renda. A agricultura familiar é um setor bastante antigo, que com o passar do tempo foi se rompendo os preconceitos e se modificado. Hoje em dia possui um novo conceito e se traça um perfil representando significativamente o desenvolvimento agrícola da nação, porém como em qualquer seguimento existem alguns pontos fracos que merece a atenção governamental para um apoio técnico e financeiro. 

Palavra Chaves: agricultura familiar, origem, programas de desenvolvimento.

Abstract:

In the primary sector of the economy of a country family farming is a very old industry, which over time has been breaking down the prejudices and are modified. Today it has a new concept and it paints a profile representing significant agricultural development of the nation, but as in any action there are some weaknesses that deserve government attention to a technical and financial support. 

Keyword: agriculture family, origin and development programs. 

*Mestrando em Ciência Animal, especialista em Controladoria Estratégica e Empresarial e graduada em Tecnologia em Zootecnia. 
E-mail: angelaesther33@yahoo.com.br 

Introdução 

O conceito de agricultura familiar é relativamente recente no Brasil antes, falava-se em pequena produção, pequeno agricultor, agricultura de baixa renda ou de subsistência e ate mesmo o termo camponês. DENARDI (2001), 

Porém estes conceitos envolvem um julgamento prévio sobre o desempenho econômico destas unidades, o que se pensa tipicamente como pequeno produtor é alguém que vive em condições muito precárias, que tem um acesso nulo ou muito limitado ao sistema de crédito, que conta com técnicas tradicionais e que não consegue se integrar aos mercados mais dinâmicos e competitivos. Milhões de unidades chamadas pelo Censo Agropecuário de "estabelecimentos" estão nesta condição. 

Entretanto dizer que estas são as características essenciais da agricultura familiar é desconhecer os traços mais importantes do desenvolvimento agrícola tanto no Brasil como em países capitalistas avançados nos últimos anos. 

Os empreendimentos familiares têm como característica principal a administração pela própria família; e neles a família trabalha diretamente, com ou sem o auxílio de terceiros. Podemos dizer, também, que um estabelecimento familiar é, ao mesmo tempo, uma unidade de produção e de consumo. 

O presente estudo teve como meta conhecer e traçar um perfil para a agricultura familiar brasileira baseando em pesquisas de desenvolvimento rural nos últimos anos. 

Desenvolvimento 

Os agricultores familiares já receberam diferentes nomes. O homem rural é conhecido como roceiro e caipira pessoa rústica, atrasada e ingênua. São palavras depreciativas, ofensivas, muitas vezes relacionadas à preguiça, a pouca disposição para o trabalho. 

Vale a pena ressaltar que cinco "grupos" que estão na origem da nossa agricultura familiar: os índios; os escravos africanos, os mestiços; os brancos não herdeiros; e os imigrantes europeus. 

Hoje em dia, no entanto é composta principalmente pelas famílias assentadas por programas de reforma agrária, família de seringueiros, ribeirinhos, extrativistas, famílias atingidas por barragens, famílias indígenas e de quilombolas. 

Como o próprio nome diz na agricultura familiar o trabalho e a gestão, ou seja, a administração é predominantemente familiar. Não é contrariamente ao que dela se diz com freqüência, um simples reservatório de mão-de-obra pelo contrario alem de fixar o homem no campo contribui para o desenvolvimento do setor. Temos que romper com a identificação automática entre agricultura familiar e pobreza ela não pode ser tomada como sinônimo de pequena produção. 

É em torno da agricultura familiar que, nos países capitalistas centrais, organizou-se o desenvolvimento agrícola, Mesmo num país marcado pela força do latifúndio e pelo peso social de milhões de estabelecimentos que, de fato, são pequenos sob o ângulo de sua participação na oferta agrícola, há um segmento importante de agricultores familiares cuja expressão econômica é muito significativa e em alguns casos até majoritária. 

GASSON e ERRINGTON (1993) apontam traços que formam o que na tradição da sociologia chama-se "tipo ideal" que serve para estabelecer uma síntese articulada de seis características básicas de certo comportamento, São elas: 

1. A gestão é feita pelos proprietários. 

2. Os responsáveis pelo empreendimento estão ligados entre si por laços de Parentesco 

3. O trabalho é fundamentalmente familiar 

4. O capital pertence à família 

5. O patrimônio e os ativos são objetos de transferência intergeracional no interior 

da família. 

6. Os membros da família vivem na unidade produtiva 

No entanto no que se diz respeito a desempenho, vários são os aspectos que interferem ou poderão interferir ao longo da vivencia da agricultura familiar que podem ser definidos de dois ângulos: 

Do ponto de vista externo como a inadequação das políticas públicas; terra insuficiente, de má qualidade em áreas marginais para a produção e em muitos casos não detém o título de domínio, crédito rural insuficiente, inadequado e burocratizado; tecnologia gerada não atende às suas necessidades; instituições de assistência técnica e extensão rural que não atende a sua demanda; dificuldades de comercialização; restrições aos subsídios; falta de um mercado organizado a nível municipal. 

Do ponto de vista interno dificuldades de organização; dificuldade de compreensão ampla de seus problemas; falta de capacitação gerencial e tecnológica para administrar sua atividade no contexto das recentes mudanças. 

Existem programas de incentivos financeiros aos agricultores como, por exemplo, o programa nacional de fortalecimento da Agricultura Familiar. O PRONAF é um programa de fortalecimento da agricultura familiar, mediante apoio técnico e financeiro, criado pelo governo federal através do Decreto N.o 1946, visando propiciar condições para o aumento da capacidade produtiva, a geração de empregos e a elevação da renda dos agricultores familiares. 

O desenvolvimento rural sustentável Crédito Rural - Atividades e Itens Financiados: 

1. Bovinos, Ovinos, Caprinos, Suínos, Aves e Animais para serviço. 

2. Pescadores, Apicultores, Criação de Peixes e Mariscos. 

3. Equipamentos e Infra-estrutura produtiva. 

4. Agroindústrias de Farinhas, Conservas, Doces, Laticínios, Polpas, Castanhos e Mel. 

5. Frutas, Hortaliças, Culturas irrigadas. 

6. Artesanato, Comércio, Indústrias e Prestação de serviços. 

7. Extrativismo, Mineração e Florestas. 

Metodologia: 

Os dados para o presente trabalho foram coletados nos dias 2 e 3 do mês de abril de 2009. Foram investigados o perfil dos agricultores familiar mencionados por pesquisadores e especialistas em desenvolvimento rural. E mediante as analises traçou-se um "novo" perfil adquirido e aperfeiçoado ao longo dos anos. 

A metodologia aplicada predomina o método de pesquisa na internet sobre o tema agricultura familiar brasileira. 

Resultados e Discussões: 

De acordo com as analises obtidas a partir dos instrumentos investigativos, pode-se traçar um perfil de Agricultura Familiar (ver organograma 1) 

Organograma 1- Perfil da Agricultura Familiar 

Fonte: Dados da Pesquisa FERNANDES, Ângela (2009). 

O fortalecimento da agricultura familiar se espera através de programas de incentivo que não seja uma ação governamental que pretenda "compensar" ações setoriais excludentes, mas que possibilite atender às demandas dos agricultores familiares, ou seja, as necessidades reais, transformando numa política nacional de caráter permanente. 

• Ajustar políticas públicas para atender à realidade da agricultura familiar. 

• Viabilizar a infra-estrutura rural necessária à melhoria do desempenho produtivo e da qualidade de vida da população rural. 

• Fortalecer os serviços de apoio ao desenvolvimento da agricultura familiar. 

• Elevar os níveis de profissionalização dos agricultores familiares. 

• Propiciando-lhes novos padrões tecnológicos e de gestão. 

Conclusão: 

Apesar da importância que se reveste só agora começa a perceber a necessidade de definir estratégias de desenvolvimento rural que priorize a expansão, o fortalecimento e o respeito desta categoria. 

O trabalho e a administração do processo produtivo são assegurados diretamente pelos proprietários, à diversificação os produtos cultivados garantem diluir custos, aumentar a renda e aproveitar a disponibilidade de mão-de-obra. 

O desafio maior é organizar seu sistema de produção a partir das tecnologias disponíveis com o objetivo de ganhar escala e buscar nichos de mercado, agregar valor à produção e encontrar novas alternativas para o uso da terra como, por exemplo, o turismo rural, garantindo também durabilidade dos recursos naturais e na qualidade de vida da família e o fortalecimento da agricultura. 

Bibliografia: 

ABRAMOVAY, Ricardo Agricultura Familiar e Uso do Solo. Disponível em:http://www.econ.fea.usp.br/abramovay/artigos_cientificos/1997/Agricultura_familiar.pdf Acesso em 03 de Abril 2009 

DENARDI, Reni Agricultura Familiar e Políticas Públicas: alguns dilemas e desafios para o desenvolvimento rural sustentável* Disponível em: http://www.emater.tche.br/docs/agroeco/revista/ano2_n3/revista_agroecologia_ano2_num3_parte12_artigo.pdf Acesso em 04Abril de2009 

Secretaria da Agricultura Familiar - SAF

30 de mar. de 2011

HPV - Pode ser considerado epidemia

Doença provocada por vírus pode evoluir para o câncer de colo de útero, causa da morte de milhares de mulheres. Sistema Único de Saúde oferece diagnóstico gratuito
Embora pouco conhecido pela população brasileira, o Papilomavirus Humano (HPV) se destaca como uma das doenças sexualmente transmissíveis (DST) mais comuns no mundo - uma em cada cinco mulheres é portadora do vírus. O Ministério da Saúde registra a cada ano 137 mil novos casos no país. Os especialistas chamam a atenção para o desenvolvimento da doença, responsável por 90% dos casos de câncer de colo de útero. 
O Papilomavirus Humano (HPV) é o nome dado a um grupo que inclui mais de 100 tipos de vírus. A única forma visível da doença provocada por esse microorganismo são verrugas, também conhecidas como "crista de galo", que aparecem nas regiões genitais de homens e mulheres. No entanto, só os tipos mais suaves do HPV desenvolvem tais sintomas. Os que atuam de maneira secreta podem produzir problemas mais sérios e levar ao câncer. 
     O Brasil é um dos líderes mundiais em incidência de HPV. As vítimas preferenciais são mulheres entre 15 e 25 anos, embora a doença também acometa os homens. Especialistas acreditam que o número menor de registros entre pessoas do sexo masculino tenha como origem a baixa procura dos homens por serviços de urologia, por fatores como o preconceito ou a falta de informação. 
     O HPV é transmitido pelo contato genital com a pessoa infectada (incluindo sexo oral) e por via sangüínea, de mãe para filho na hora do parto. Na maioria das vezes, a infecção é transitória e desaparece sem deixar vestígios. Por isso, quando se realiza o diagnóstico, não se consegue saber se a infecção é recente ou antiga. A doença viral pode permanecer sem se manifestar no corpo da pessoa. 
     O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece exames gratuitos à população para detecção do vírus. Segundo o assessor técnico da unidade de DST do Programa Nacional de DST/Aids, Eduardo Oliveira, indica-se o exame de Papanicolaou para detectar a doença desde a fase inicial nas mulheres. "O Papanicolaou é o primeiro exame indicado. Quando a doença está em fase aguda, ele é capaz de descobrir facilmente a presença do vírus", afirma.  Nesse tipo de exame, recolhe-se um material da parede do colo uterino para análise em laboratório. Se houver resultados alterados, o ginecologista deve recorrer ao exame de colposcopia para analisar o colo do útero. Esse método se vale de um microscópio com lentes de aumento. 
     Câncer - Alguns tipos de HPV aumentam o risco para câncer genital, principalmente nas mulheres. O exame preventivo tem a capacidade de detectar as lesões que antecedem o câncer, o que facilita o tratamento. Na maioria das pessoas, essas lesões regridem espontaneamente. Em algumas mulheres, porém, a doença pode persistir e progredir. Nesse caso, elas ficam mais vulneráveis ao desenvolvimento de um câncer. "Esse processo costuma levar anos e depende também de outros fatores, principalmente da imunidade de cada um", diz Eduardo. 
     Para evitar que a contaminação pelo HPV se transforme em câncer, é fundamental que as mulheres se submetam ao exame Papanicolaou regularmente. O Ministério da Saúde também recomenda visitas freqüentes a ginecologistas, para prevenção de doenças relacionadas à sexualidade e à reprodução. Alguns fatores aumentam a probabilidade de desenvolvimento desse câncer em mulheres infectadas pelo HPV. Entre eles, estão o número elevado de gestações, o uso de contraceptivos orais, tabagismo e infecção pelo HIV e outras DST. 
      Levantamento realizado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostrou que existem cerca de 18 mil novos casos de câncer de útero a cada ano no país. Desse total, estima-se que, apenas em 2005, cinco mil mulheres perderão a vida em função da doença. Outro importante estudo realizado pelo Instituto Ludwig de Pesquisas - um dos centros de excelência no assunto - sobre o câncer de colo de útero indicou que o HPV é o maior precursor desse problema de saúde na população feminina. Segundo as autoridades em saúde, cerca de nove a cada dez casos de câncer de útero têm ligação com a presença do vírus HPV no organismo. 
     A explicação para tantos casos pode ter como causa o fato de a infecção do HPV se desenvolver de forma silenciosa no corpo humano. "A maioria das pessoas não apresenta nenhum sintoma ao contrair a doença e, por isso, não procura tratamento. Esse comportamento é o grande responsável pela disseminação do vírus", alerta Eduardo Oliveira. 
     Vale ressaltar que o uso da camisinha diminui a possibilidade de transmissão na relação sexual. "Mas como essa infecção depende apenas do contato com a pele e não necessariamente da penetração, é importante o uso do preservativo desde o início da relação sexual", assinala Eduardo. 
              http://www.gineco.com.br/hpv


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